Usinas de grãos e unidades do agronegócio enfrentam todos os dias o mesmo desafio: organizar o pátio de caminhões sem fila desordenada, atraso na descarga e motoristas sem informação. Quando recepção, classificação e liberação não conversam entre si, o gargalo aparece na cancela — e o custo operacional sobe.

O SGM Senhas da MarcaRS já atende esse cenário em operação real: integra setores, ordena o fluxo no pátio e avisa o caminhoneiro no momento certo — inclusive por WhatsApp, quando não há TV no pátio ou o motorista está no veículo.

Fluxo SGM em usina de grãos: estacionamento, Setor 1 recepção, Setor 2 classificação, área de espera e cancela — motoristas acompanham chamadas pelo WhatsApp
Operação real caminhoneiros recebem notificações do SGM pelo WhatsApp enquanto aguardam na área de espera e na fila de classificação

Fluxo operacional implantado em usina de grãos

Confira como o SGM organiza o atendimento em uma usina de grãos com dois setores integrados e circuito completo entre recepção, classificação e liberação para descarga.

Visão geral dos setores

SetorFunçãoIdentificação no layout
Setor 1Recepção / Expedição (e, em etapa posterior, Liberação)Vermelho
Setor 2ClassificaçãoVerde

1. Chegada e recepção (Setor 1)

  • O caminhoneiro chega ao pátio, desce do caminhão e segue para a sala de espera do Setor 1.
  • No totem SGM, informa nome, placa e WhatsApp e aguarda na sala.
  • No guichê do Setor 1, ao chamar a senha, o motorista é notificado também pelo WhatsApp.

2. Encaminhamento no circuito (SGM)

Após o atendimento no Setor 1, o caminhão é encaminhado pelo SGM para um circuito com vários pontos de atendimento, ordenados por prioridade. O veículo passa pelo Setor 2 (classificação) e retorna ao Setor 1 — nesta segunda passagem, a etapa é a Liberação.

3. Classificação — fila e atendimento (Setor 2)

  • O caminhão entra em fila indiana para classificação no Setor 2.
  • O operador identifica visualmente o próximo caminhão da fila e chama manualmente no SGM o veículo correspondente.
  • Essa chamada não é exibida em televisor; o motorista recebe no WhatsApp: “Senha X, placa ABCD → Classificação”.
  • Após a avaliação, o operador finaliza o atendimento no SGM, liberando a senha no circuito.
  • O caminhão segue para um mini pátio antes da cancela que controla o acesso à descarga via RFID.

4. Liberação (Setor 1)

  • A equipe do Setor 2 envia, pelo sistema interno da usina, o resultado da análise ao Setor 1 (etapa de Liberação).
  • O Setor 1 decide se o caminhão pode ou não entrar na área de descarga.
  • No guichê, o operador alterna entre dois cenários: Expedição (caminhões recém-chegados) e Liberação (após classificação).
  • Com o cenário Liberação ativo, o operador consulta a guia de caminhões em espera, seleciona o veículo, define liberado ou reprovado, associa a tag correspondente e chama a senha.
  • O motorista recebe a resposta no WhatsApp.

5. Encerramento no SGM e acesso físico

  • Encerra-se aqui a participação do SGM no fluxo.
  • Se o caminhão estiver liberado, o RFID é habilitado no sistema interno da usina para liberar a cancela.
  • No mini pátio, o caminhoneiro dispõe de Wi‑Fi para acompanhar as comunicações via WhatsApp.

O que o SGM entrega neste cenário

  • Totem na sala de espera (Setor 1): cadastro de nome, placa e WhatsApp.
  • Chamadas com notificação WhatsApp (recepção, classificação e liberação).
  • Circuito de encaminhamento entre Setor 1 → Setor 2 → Setor 1 (Liberação).
  • Setor 2: chamada manual, sem exibição em TV.
  • Setor 1: cenários Expedição e Liberação nos guichês.
  • Liberação ou reprovação com tag e notificação ao motorista.
  • Integração de fronteira com o sistema interno da usina (análise da classificação e liberação RFID).
  • Guichê dedicado à classificação, além dos pontos de recepção e liberação.

Por que o agronegócio precisa disso

Em usinas, armazéns e unidades de recebimento de grãos, o pátio é a porta de entrada da operação. Sem gestão de filas clara, caminhões ficam parados sem informação, a classificação atrasa a descarga e a equipe perde tempo coordenando por rádio ou papel.

Com o SGM implantado, cada etapa tem dono, o motorista sabe quando foi chamado e a usina ganha rastreabilidade do fluxo — da chegada até a liberação na cancela. É a mesma lógica de organização de atendimento já usada em clínicas, cartórios e varejo, adaptada ao pátio logístico do agronegócio.

Conheça também a chamada de senhas por WhatsApp, os totens de senhas e a gestão de filas no SGM.

Quer o mesmo controle no pátio da sua usina? Fale com a MarcaRS: contato@marcars.com.br ou solicite uma demonstração do SGM Senhas.